sexta-feira, 30 de junho de 2017

HOSPITAL DE FARO CONDENA DOENTES À MORTE POR FALTA DE ASSISTÊNCIA!

O Serviço de Hematologia do Hospital de Faro está a condenar doentes oncológicos à morte com a falta de assistência.
O Serviço de Hematologia não tem lista de espera, mas algo de muito mal vai naquele serviço. A chefe de serviço foi de férias, das quais regressou na passada segunda feira, e sem as suas instruções não são marcadas consultas. Felizmente foi apenas uma semana, mas se fosse por mais tempo, o problema subsistiria porque o seu comportamento é o de uma autêntica rainha sem o mínimo de respeito pelos seus súbditos, os doentes.
Durante as férias da chefe, foram encaminhados para aqueles serviços, pela especialidades em que estavam a ser acompanhados, dois doentes oncológicos, prioritários, com indicação de urgente e pelo menos um deles com a indicação de muito urgente.
Regressada de férias, a chefe não teve tempo para marcar as respectivas consultas, sabendo de antemão que àqueles doentes ainda falta fazer análises que permitam fazer o tratamento mais adequado.
Um deles, o designado "prioritário" e "muito urgente", apresentou-se na terça feira e na quinta feira, mas a chefe esteve fora na terça e quarta feira só regressando na quinta, já depois das onze horas quando o seu horário de entrada diz que será às nove. Embora o doente se tivesse apresentado com um aspecto cadavérico, com ausência de massa muscular e óssea, a senhora entendeu não dar nem marcar consulta, regressando o doente a casa sem qualquer tratamento, fazendo apenas o controlo da dor indicado ainda pelo serviço onde fora acompanhado.
Este episódio vem pôr a nu algumas questões, começando desde logo pelo conceito de prioridade da chefe, quando se sabe que até numa mercearia de bairro existe o chamado atendimento prioritário, conceito que no Hospital de Faro parece não existir.
A indicação de muito urgente não serve de nada perante a nova rainha, quando não, teria dado as consultas, tão necessárias aos doentes.
Porque já vai sendo rotineiro na administração publica, também o conceito de que na ausência de que na ausência de alguém responsável por um serviço, ele deixa de funcionar, apesar de haver substitutos à altura. Na ausência da rainha do sangue, seria natural que ficasse a gerir o reino o príncipe regente, mas a rainha não o permite.
Por outro lado, percebe-se claramente porque não existe lista de espera, uma vez que se as consultas nem sequer são marcadas não pode haver uma tal lista, considerando-se um serviço muito eficiente, embora os doentes fiquem a definhar de dia para dia.
Este tipo de funcionamento do Serviço de Hematologia Oncológica condena os seus doentes à morte por falta de assistência.
Resta saber se a administração e a direcção clínica do hospital, e tudo leva a crer que sim, tem conhecimento do que se passa no Serviço de Hematologia Oncológica e que medidas pensa tomar para que casos destes não ocorram mais.
Devemos ainda dizer que aos doentes nesta situação, assiste-lhes o direito de apresentar uma queixa na Inspecção Geral de Actividades em Saúde, porque o designado "Livro Amarelo" mais não serve do que para limpar o às de copas, com a hierarquia a branquear as reclamações dos doentes.
O Hospital de Faro, é o hospital de todo o Sotavento Algarvio pelo que aquilo que de mau ali se passa nos diz respeito a todos, lamentando-se que algumas autarquias se prestem a negociatas com serviços privados quando tinham a obrigação de apoiar o Serviço Nacional de Saúde e exigir respostas do mesmo, É para isso que no conselho de administração está um representante das autarquias. Ou está lá apenas para mamar um bom ordenado?
REVOLTEM-SE, PORRA!

quarta-feira, 28 de junho de 2017

OLHÃO: UM ESGOTO CHAMADO PINA!

Como se se tratasse de uma autêntica agência noticiosa, a Câmara Municipal de Olhão e as suas empresas municipais, fazem chegar a toda a imprensa regional e todos os dias, notas de imprensa que mais não são do que pura campanha eleitoral, uma vez que maioria dos casos não é para anunciar obras feitas mas sim obras para realizar no próximo mandato, apesar de se prever a mudança de inquilino.
Ontem fomos brindados com esta, em http://www.jornaldoalgarve.pt/olhao-quer-acabar-com-descargas-ilegais-em-quatro-anos/, a qual esconde muito mais do que a pretensa ideia, que nunca teve, de acabar com os esgotos directos para a Ria Formosa.
A primeira questão prende-se desde logo com que caudalimetro é que o Pina mediu a redução em 40% daqueles esgotos, quando todos os dias, duas vezes por dia, é possível verificar a quantidade de trampa parecida com ele, descarregada junto ao T ou na Doca. ou na Marina de Olhão como se vê na foto.
Imagem relacionada
Mandou, este finório, proceder à monitorização da rede de aguas pluviais por uma empresa especializada, há mais de um ano. Mas apesar de ser um documento publico, não o publica, tentando ocultar do Povo de Olhão informação que a todos diz respeito; infelizmente os partidos da oposição parece que também andam distraídos quando não, já teriam pedido o acesso a esse processo. Por outro lado, nos últimos anos a APA procedeu à monitorização das aguas da frente ribeirinha com vista a verificar o seu grau de contaminação, e sabemos nós que os resultados não são nada abonatórios para a Câmara e sua empresa municipal. Também aqui os partidos da oposição adormeceram, o que é de lamentar.
Vem agora o cretino em presidente, atribuir à Zona Histórica a origem da maioria dos esgotos directos, o que é completamente falso, já que seria quase impossível aqueles esgotos irem desaguar na Doca ou até mesmo no T. Que pretende Pina com isto?
Depois do Plano de Pormenor da Zona Histórica ter ficado como que em banho maria, porque a Direcção Regional de Cultura emitiu um parecer desfavorável, que obrigava a uma aprovação unânime em Assembleia Municipal, o que felizmente não aconteceu, o Pina continua a sua cruzada contra contra a Zona Histórica, usando os esgotos como desculpa para destruir a sua calçada à portuguesa e substituí-la pela de escarpão. Essa é que é a realidade a que todos os olhanenses se devem opor.
Sabemos nós de ligações de esgotos à rede de aguas pluviais, devidamente identificadas, nas Avenidas Bernardino da Silva e da Republica pelo que discordamos da pretensão do Pina, quanto mais não fosse se não por isso.
Mas adiar para o próximo mandato uma obra que podia e devia ter sido feita no actual, não passa de mera campanha eleitoral e os olhanenses não se devem deixar enganar pelo guião dos folhetins do  esgoto  do Pina.
FORA COM O PINA!
REVOLTEM-SE, PORRA!

terça-feira, 27 de junho de 2017

OLHÃO: NEGLIGÊNCIA CRIMINOSA?

No seguimento do postado nesta página no passado sábado, a empresa municipal Ambiolhão, mandou um comunicado para a comunicação social, tentando desmentir-nos. Já estamos habituados a este tipo de situação, pois não é a primeira vez que tal acontece. Foi assim quando denunciámos a presença de bromatos na agua, de imediato desmentido, para depois vazarem os depósitos e procederem à sua limpeza; foi assim com as descargas ilegais do esgotos, agora reconhecidas; foi assim com a destruição dos Jardins e por aí fora. Desmentidos e mais desmentidos, mas o tempo encarrega-se de nos dar razão.
Alguns socialistas mais vesgos que o Camões, vieram em socorro do chefe de fila de forma mais disparatada, tentando fazer crer que a agua da barragem entra imediatamente no sistema, importando por isso esclarecer que a agua da barragem é encaminhada para a ETA de Tavira onde é tratada e introduzida na rede em alta; a partir daqui, é encaminhada para a rede em baixa, indo direitinha para os depósitos, como o que está a ser posto em causa.
Há cerca de um ano que os moradores do Bairro 8 de Outubro alertaram para a situação e não, como diz a Ambiolhão, em http://www.postal.pt/2017/06/ambiolhao-esclarece-danos-no-reservatorio-agua-da-zona-baixa/. Não é uma semana, mas sim um ano de negligência criminosa.
Os moradores que nos fizeram chegar a denuncia, fizeram-no também para outros órgãos de comunicação social, na passada sexta-feira, dos quais pelo menos um, contactou a autarquia procurando obter uma resposta. E foi nesse mesmo dia, curiosamente, que foi feita a inspecção ao reservatório.
Por coincidência, o docente universitário que fez a dita peritagem tem o mesmo nome do vereador com o pelouro do ambiente  da Câmara Municipal de Olhão e que integra os órgãos sociais da empresa municipal, pelo que seria conveniente apurar se não se trata da mesma pessoa. E a que titulo o fez? Particularmente, a titulo individual, como empresário ou docente?
E estranhamento, uma peritagem efectuada na sexta-feira, tem logo no dia útil imediatamente a seguir feito e pronto o relatório de avaliação da situação, com as instruções para a intervenção a efectuar na cuba do depósito. Se é possível? É mas muito duvidoso!
E mais duvidoso se torna, quando no próprio dia, a fazer fé nas declarações prestadas, a Ambiolhão adjudicou os trabalhos de reparação e selagem das fissuras.
Reforçando as duvidas deixadas em aberto pela comunicação da Ambiolhão, constatamos contradições na mesma. É que tanto se diz que o relatório pericial aponta para que as fissuras tenham origem nas zonas de ligação entre betonagens (que resolveram aparecer ao fim de setenta anos de existência do depósito), não sendo por isso devido a esforços/tensões pelo que "não deverá existir risco de colapso do reservatório", como se diz a seguir não haver qualquer risco. Afinal no que é que ficamos? Não deve ou não há mesmo risco?
Claro que a três meses das eleições, o impacto que uma situação destas poderá nelas ter, obrigam a declarações deste tipo, quando o que verdadeiramente está em causa é a segurança de pessoas e bens e da privação de agua canalizada durante meses, se o desastre acontecer.
Logo, a Ambiolhão só tem que proceder à reparação, embora na nossa opinião, o mais sensato e talvez mais económico fosse a construção de um depósito novo. Isto porque uma coisa é tapar as fissuras, outra bem diferente é saber como restaurar os danos causados no ferro da betonagem que vai apodrecendo, aumentando de volume e provocar novas fissuras.
Tanta mentira junta, a roçar a negligência criminosa, que vai deixar os moradores do Bairro inquietos.
Estes trastes não podem continuar à frente da autarquia sob pena de fazerem o mesmo que t~em feito até aqui, desvalorizando os problemas reais que afectam o Povo de Olhão. Deixem-se de obras de encher o olho e façam as que são mais necessárias!
FORA COM O PINA!
REVOLTEM-SE, PORRA! 

segunda-feira, 26 de junho de 2017

OLHÃO: ROTURA ATRÁS DE ROTURA!

Há quatro dias, de madrugada, assistimos aos trabalhos de reparação de uma rotura na Rua 18 de Junho, a menos de cinquenta metros da Farmácia Olhanense. Os trabalhadores deixaram lá as baias de protecção, talvez adivinhando que nos próximos dias surja outra, como se pode ver na imagem seguinte:
Alertamos os nossos leitores para o facto dos nossos eleitos locais e responsáveis pela empresa municipal de ambiente, Ambiolhão, só considerarem uma rotura quando se vir um repuxo ou ribeiro de agua.
As roturas por vezes, são de pequena dimensão, tipo fissuras nas condutas, que vão perdendo agua, que nós pagamos, mas que vão minando por debaixo do alcatrão, criando crateras, como se Olhão fosse uma cidade iraquiana bombardeada pelo fogo "amigo".
Passados quatro dias, detectámos ontem à tarde, que mais uma cratera abriu na 18 de Junho, a menos de vinte metros da Farmácia Olhanense, como se vê na imagem seguinte:
A quantidade de roturas na zona, como as que têm surgido nas ruas perpendiculares à 18 de Junho, faz com que os moradores passem largos períodos dos dias sem agua canalizada, um cenário repetitivo ao qual a autarquia e a empresa municipal não dão solução.
Quer queiram ou não, a verdade é que a maioria da rede de abastecimento de agua está podre a precisar ser substituída. Ora o presidente e candidato socialista anunciou que queria esventrar a cidade para corrigir o problema dos esgotos mas esqueceu-se da rede agua. Claro que percebemos que este tipo de obras não dão votos e por isso o pequeno ditador Pina, prefere gastar o dinheiro dos munícipes em arranjos estécticos, mas capazes de dar alguns votos, enquanto a população passa privações, pelo menos de agua.
Esta postura do Pina demonstra bem quais têm sido, são e continuarão a ser as suas prioridades, sem o mínimo de respeito pelos munícipes que o vão eleger. Será, ou vão dar-lhe uma surpresa?
Nos últimos eventos em que participou, Pina tem estado isolado, muito longe dos banhos de multidão que recebia quando afrontava o governo de Passos Coelho. Assim, na inauguração das estatuetas do caminho das lendas, eram mais as estatuetas do que os inaugurantes; na Fuzeta a comitiva era maior que o numero de pescadores; no baile por ele promovido acabou por abandonar porque ninguém lhe passou cartão. O Pina está em queda livre!
Mas apesar dos sinais, Pina continua sem dar mostras de querer corrigir os erros da sua gestão política. Depois de um ano, continua sem tomar a decisão de mandar construir um novo depósito de agua com o antigo a ameaçar rebentar a qualquer momento, como se de uma bomba se tratasse. E pode mesmo ser uma bomba se rebentar antes das eleições, privando dois terços da cidade de agua canalizada durante seis meses, como se as pessoas estivessem preparadas para isso.
São as opções políticas do Pina, mas nós entendemos que o Povo de Olhão precisa de outro tipo de opções e de alguém que tenha capacidade de dialogo que não um ditador.
FORA COM O PINA!
REVOLTEM-SE, PORRA! 

domingo, 25 de junho de 2017

FUZETA: AS FALSAS PROMESSAS DO COSTUME NA CAMPANHA PRÉ ELEITORAL!

Sem o anuncio prévio de uma acção do governo ou de pré campanha eleitoral, ontem apresentaram-se na Fuzeta os trastes do Apolinário e do Pina, acompanhados de uma comitiva maior do que o numero de presentes, e entre os quais se contava o representante da Autoridade Marítima. 
E o que foram fazer estes trastes? Mais uma vez tentar enganar os pescadores da Fuzeta com promessas antigas incumpridas. Desta é que é! Dizem eles.
Mais uma vez, o Apolinário vem anunciar uma intervenção na Barra da Fuzeta, prevista para Setembro do ano passado mas adiada desta vez para o final da época balnear, Setembro, "coincidindo" com o calendário eleitoral.
Os poucos pescadores presentes riram-se na cara deles, gozando o tema e promessa. Mas a questão merece uma reflexão mais profunda. Não há assim tantos anos, andava o Pina a chuchar no biberão, a frota de Marrocos era maioritariamente da Fuzeta e isso dava-lhe um peso político muito grande. Convém desde logo esclarecer que por razões de falta de navegabilidade, as embarcações com maior calado tinha de aportar em Olhão, que por via disso, chegou a ser a lota numero um a nível nacional, em termos de vendas. Nessa altura, Mário Soares prometia a construção de uma barra ( talvez de sabão azul e branco).
Nos tempos que correm, com a fobia de um certa forma de turismo, tudo fica condicionado ao uso balnear, subvalorizando todas as outras actividades, com especial ênfase para aqueles que têm o meio marinho como base. 
Assim. não espanta que as prometidas dragagens se realizem no final da época balnear, em contradição com o enchimento da Praia dos Cavacos, a realizar o mais breve possível, ou as dragagens junto à Armona-Olhão. Porque carga de agua, aqui se pode dragar em qualquer altura e na Fuzeta tem de ficar à espera de melhoramentos naquele "cemitério" chamado barra?
Os trastes foram logo dizendo que não se podem fazer molhes nem utilizar pedra para fixar a barra, mas esquecem-se que é possível fixar a barra, depois de estudos sérios quanto à sua localização, com recurso a mangas de geo-têxteis, enchidas com as areias dragadas no local, uma operação simples e económica. Ao fazê-lo, a configuração da barra deverá apresentar a forma de um funil de tal forma que a corrente de vazante, arraste as areias para fora, impedindo o seu assoreamento.
Como o Pina é um ilustre desconhecido do Povo da Fuzeta, tal o trabalho que ali tem desenvolvido, ao questionar um pescador sobre a sua identidade, este respondeu-lhe de igual modo porque também não sabia com quem estava a dizer tanta asneira.
Do que o Pina não falou, omitiu premeditadamente, foi que pretende deslocalizar o Parque de Campismo, destruir a mata, os bares e casas dos apetrechos de pesca que estão juntos, para no seu lugar construir um eco-resort. Porquê? tem medo de perder as eleições? No entanto prometeu arranjar um parque de estacionamento para os pescadores, como se ele fosse abrir mão do estacionamento para fins turísticos. E mais uma vez enganou os pescadores com uma promessa de algo que não pretende executar.
No dia 1 de Outubro saberemos realmente se conseguiu os seus intentos.
ABAIXO O PINA!
REVOLTEM-SE, PORRA! 

sábado, 24 de junho de 2017

OLHÃO: OPÇÕES DE POLITICA CRIMINOSA!

Depois de anos a batermos-nos por uma solução para os esgotos directos ilegais a despejar poluição para a Ria Formosa; depois de anos a batermos-nos pelo fim das descargas das ETAR na Ria Formosa, temos agora uma nova frente de batalha: a rede de agua!
Como é do conhecimento publico, a rede está extremamente envelhecida, limitando-se a Câmara e a Ambiolhão, ambas presididas pelo criminoso Pina, a proceder a remendos, com soluções provisórias, sem atacar  o problema de fundo, a renovação da rede!
No passado é que tínhamos o Provisórios, uma marca de tabaco também conhecida por mata-ratos. Desconhecemos quem ou o que o Pina pretende matar, mas ratos não será certamente.
De seguida vamos dar a conhecer algumas imagens que certamente farão os nossos leitores pensar nas opções político-criminosas do Pina:
 Esta imagem mostra-nos o depósito de agua, no Bairro 8 de Outubro, se é que não mudou de nome, tirada à distância, mas onde se pode ver que o mesmo apresenta fissuras, a ameaçar o colapso. Este depósito serve a maioria da população de Olhão e caso aconteça o pior, uma parte significativa da cidade ficará privada do abastecimento de agua por muito tempo.
Por outro lado, temos de ter em conta que aquele depósito tem uma capacidade na ordem dos seiscentos metros cúbicos de agua, um volume enorme que pode criar gravíssimos problemas nas habitações que estão ali perto sem falar no perigo que representa para pessoas e bens.
 Claro que o Pina está-se borrifando para o cidadão anónimo eleitor, centrando-se única e exclusivamente na centro de negócios em que quer transformar a 5 de Outubro. O Pina é alérgico a questões que se prendem com a segurança das pessoas.
Na imagem ao lado, temos o mesmo depósito, visto de mais perto, onde se vê o estado de degradação a que a Câmara e a Ambiolhão o votaram, mas também mostra o perigo real que ali espreita.
Virá o meu amigo Pina, que há muito não me visita no Espanha, dizer que somos alarmistas, como se isto não saltasse a olhos vistos.
 Mas o Pina, quer queiramos ou não sabe bem do risco e por isso mandou cercar o depósito com uma rede para que as pessoas não se aproximem nem estacionem ali perto as suas viaturas.
Só que se o depósito rebentar, não afectará apenas a área vedada, atingindo as casas, carros e pessoas.
Nos últimos anos temos vindo a assistir a um anormal volume de roturas na rede de aguas,e também elas têm a ver com o lastimoso estado em que se encontra todo o depósito.
Na sua zona central há uma conduta comandada por válvula que permita o controlo da pressão na rede, mas até essa válvula deu o badagaio. Então a Ambiolhão resolveu colocar uns tubos de alta pressão no exterior do depósito para poder no futuro controlar a rede. Até lá continuaremos a ter roturas quase todos os dias, porque a rede não suporta a pressão utilizada. Nada disto impede, que o depósito colapse, ficando-se por uma mais uma solução provisória.
Poderão os fãs da aventesma presidencial, dizer que o homem não tem conhecimento do que se passa, esquecendo que é ele quem preside à Ambiolhão.
No local, foram vários os moradores que de viva me afirmaram já ter chamado a atenção da Ambiolhão, há mais de um ano e que o Pina nada fez. Nem fará, dizemos nós!
Nessa altura, o Pina prometeu aos moradores fazer uma intervenção no depósito, mas depressa esqueceu o assunto. O habitual, dizemos nós!
Há cerca de duas semanas, quando uns trabalhadores faziam uma intervenção na conduta geral, dentro de depósito, algo correu mal, e a conduta rebentou, pondo em risco a vida de quem ali trabalhava. A quantidade e a pressão de agua era de tal forma que alguns moradores fugiram de casa por sentirem os seus filhos em risco, quando a agua lhes entrou em casa.
Portanto, temos um presidente-candidato cujas opções políticas passam por fazer obra de dar no olho, na mira do voto, mas que em relação àquilo que é essencial, indispensável mesmo e prioritário finge ignorar. Quem precisa de um presidente assim? Esperemos que na hora do voto, o Povo de Olhão recorde todos os episódios que envolvem este traste e o mandem para casa, com uma pesada derrota eleitoral.
REVOLTEM-SE, PORRA!

sexta-feira, 23 de junho de 2017

OLHÃO: PINA ENCOBRE TRAFULHICE!

Pina, presidente da Câmara Municipal de Olhão, mas vereador desde 2005, sabe que os promotores da Urbanização Cerro Azul, que também já mudou de nome, prestaram uma caução como garantia da entrega das infraestruturas concluídas, caução essa que nunca foi accionada, nem as infraestruturas concluídas, pelo menos de forma eficiente.
Vir anunciar, como o faz em http://www.postal.pt/2017/06/ruas-da-urbanizacao-cerro-azul-olhao-alvo-melhoramentos/, que vai recuperar aquilo que a Câmara deveria ter exigido ao promotor e não fez, gastando dinheiros públicos extorquidos ao Povo sob a forma de impostos e taxas, teria feito melhor figura se tivesse ficado calado. Mas a pré-campanha eleitoral já começou e é o vale tudo.
Compreendemos que os moradores da urbanização queiram ver as suas infraestruturas em bom estado e estamos do lado deles, mas já não podemos aceitar que a autarquia se demita da sua função, demitindo-se de cobrar o que devia, ajudando a enriquecer de forma ilegítima quem promoveu a obra.
Por outro lado, a degradação das infraestruturas não ocorre apenas naquela urbanização. Ainda esta madrugada, o piquete da Ambiolhão foi chamado para uma rotura na Rua 18 de Junho, onde não há muito ocorreu uma outra. O pessoal da Ambiolhão bem tenta remendar, mas logo a seguir a rede de agua rebenta outra vez porque está completamente degradada com os custos da agua que se perde na rede a serem reflectidos no tarifário da agua que todos nós pagamos.
Na imagem acima podemos ver mais uma das muitas crateras espalhadas pela ruas da cidade, a denotar uma rotura, que a Ambiolhão em lugar de resolver, manda deitar uma camada de alcatrão para tapar. Esta está junto à Olhãobateria, com a agravante de, de vez em quando, jogarem agua de lavagem dos quintais do prédio para a rua, podendo contaminar a agua que os moradores da zona vão depois beber.
Na Rua Mestre Martins Garrocho, mais do mesmo como se pode ver na imagem seguinte. Aqui já taparam a cratera mais de dez vezes e a agua a perder-se.
A diferença de atitude do presidente da Câmara e cumulativamente da Ambiolhão ao anunciar a intervenção no Cerro Azul e nas transversais da 18 de Junho, tem a ver com os estratos sociais que habitam nos diferentes lugares, e não só.
Na verdade, o Cerro Azul está na freguesia de Moncarapacho, um bastião social democrata a quem o Pina pretende roubar votos.
Portanto o que o Pina vem fazendo, não passa de pura campanha eleitoral, usando e abusando dos dinheiros públicos como se seus fossem, não apresentando qualquer obra que sirva directamente um leque mais alargado da população.
Que o Povo de Olhão compreenda isso e nos primeiros dias de Outubro o mande para casa!
REVOLTEM-SE, PORRA!

quinta-feira, 22 de junho de 2017

OLHÃO: DIREITA AO LADO DO PINA!

Os sectores mais retrógados da direita olhanense uniram-se numa só candidatura, a do Pina, o que não espanta, tendo em conta o apoio dado ao longo de todo o mandato, trocando favores entre si.
É assim que surge um congénere nosso, assumidamente liberal conservador, cujo autor e administrador é o vereador em regime de substituição irregular Fernando Soares que em lugar de combater o poder instalado na autarquia há mais de quarenta anos, dá uma no cravo e outra na ferradura, fingindo fazer oposição ao apontar defeitos noutras bandas que não naquilo que se passa à porta de casa, porque do seu interesse.
Na imagem acima, concluída a obra que a EDP levou a cabo, a tampa do colector foi substituída pela jante e pneu.
A ocupação do espaço publico, terrestre ou aéreo, é regulamentado pelos Regulamentos Municipais de Ocupação do Espaço Publico e pelo da Urbanização e Edificação, consoante o fim a que se destinam.
No caso da imagem, é a ausência de acompanhamento e fiscalização por parte dos serviços camarários, que permite que a tampa que pertence ao colector não tenha sido recolocada.
Curiosamente, a situação situa-se mesmo à porta do vereador Eduardo Cruz que não foi ainda capaz de abrir o pio para perguntar o que se passa. Nem ele, nem o seu apoiante blogueiro. Porque será?

Se alguém pensa que, os actuais apoiantes do Pina, se ficam por aqui, reparem na segunda imagem, numa zona situada entre as casas dos dois vereadores, com o passeio ocupado com viaturas, transformado em Parque de estacionamento gratuito, para não falar no que acontece duas ruas mais abaixo.
Fiquem os nossos leitores a saber que foi o vereador Eduardo Cruz quem, depois de ser multado, pediu ao executivo que integra, a autorização para o estacionamento em cima dos passeios. Pergunta-se agora, o chinfrim que a direita, capitaneada pelo Eduardo Cruz, vem pedir a devolução dos passeios aos peões quando foram eles que propuseram o contrário? Foi à porta deles e interessava-lhes porque quando se trata à porta dos outros, a postura é bem diferente.
Mas mais, se os passeios são para os peões, as estradas são para as viaturas e estacionamento, mal se percebendo como vêm defender os direitos de uns e depois estão contra os outros, como é no caso dos Mercados.
Os nossos leitores devem compreender que a sociedade é feita por pessoas e não por negócios, e as políticas encetadas ao longo da era, dita democrática, mais não tem feito que promover todo o tipo de negócios mas nunca promovendo o bem estar social, quando é certo que o capital mais valioso, é o capital humano.
Nada temos contra os negócios e suas oportunidades, mas quando nos apercebemos que mais de metade da população do concelho vive abaixo do limiar de pobreza e temos uma governação autárquica orientada por políticas de direita reaccionária e fascista, discriminatória e revanchista, temos a obrigação de lutar por todos os meios, contra as perspectivas de futuro que os nossos eleitos têm criado.
Já agora, aproveitamos para dizer que nos bastidores da política olhanense, o vereador Eduardo Cruz, eleito nas listas do PSD, comenta-se que este cavalheiro, será o mandatário da candidatura do Pina.
Que rica tribo, esta!
REVOLTEM-SE, PORRA!

quarta-feira, 21 de junho de 2017

OLHÃO: CAMPANHA ELEITORAL COM DINHEIROS PÚBLICOS?

A imagem acima reporta um painel com cerca de 200 metros quadrados de área, localizado no gaveto da Avenida D. João VI com a 18 de Junho, onde se pretende apresentar a requalificação da Avenida 5 de Outubro, e os Jardins Patrão Joaquim Lopes e Pescador Olhanense.
Durante a apresentação dos planos de intervenção, o Pina fê-lo de forma dispersa para que as pessoas não tivessem noção do que se preparava e prepara na baixa de Olhão, mas eis que chegou a hora, não de apresentar a obra feita, mas a obra a realizar, se for reeleito, do que duvidamos.
Como sempre haverá defensores e oposicionistas do projecto porque nunca se procurou fazer uma intervenção consensual envolvendo as pessoas, quando na verdade, poderiam surgir projectos mais, talvez mais dispendiosos, mas que representassem uma solução de futuro, tornando a 5 de Outubro quase exclusivamente pedonal.
Nada temos contra os comerciantes naquela artéria, antes pelo contrário, mas não podemos deixar de frisar que os passeios foram criados para os peões, embora se possa dar-lhes uma aplicação mista, que permita as esplanadas no respeito pelos peões, não só naquela rua, mas em todas do concelho.
Falta ainda a apresentação do projecto de construção da área comercial do Porto de Recreio, 2500 metros quadrados, que pode alterar por completo a dinâmica comercial da 5 de Outubro, pormenor a que os comerciantes devem prestar a máxima atenção.
Ainda assim, os Jardins estão dentro da Zona de Proteção dos Mercados, requerendo por isso o parecer prévio da Direcção Regional de Cultura. Vir, o Pina, apresentar alterações à configuração e estrutura dos jardins sem estar munido do parecer prévio, só é possível por estarmos em período pré eleitoral, tanto mais que o projecto ainda pode vir a ser alterado por força da Direcção Regional de Cultura.
Tal como aconteceu com a proposta de deslocalização das embarcações da pequena pesca artesanal, com a ministra do mar a dar com os pés, pode também desta vez levar mais uma biqueirada.
Aqueles que têm acompanhado a actividade político-partidária, sabem bem que a contratualização deste tipo de publicidade, despropositada, pode esconder permutas com os dinheiros públicos a pagar por antecipação a colocação de outdoors para a campanha do partido que exerce o Poder.
Aquilo de que ninguém quer falar, é das consequências de um certo tipo de políticas, autárquicas, que visam a promoção de negócios e negociatas, sem terem o mínimo de preocupação pelas população residente. População essa que vive, na maioria dos casos, abaixo do limar de pobreza, uma miséria envergonhada e que se vê ser escorraçada da Zona Ribeirinha de Olhão por não ter condições económicas para suportar os preços praticados ali.
No fundo, o que estão a fazer é, utilizar dinheiros públicos, de todos nós, para construir uma cidade para os visitantes, enquanto os olhanenses são relegados para os guetos da periferia. Os olhanenses também o direito de usufruir da sua Zona Ribeirinha e é neles que os nossos autarcas devem e têm de pensar. Como não o fazem, devem ser corridos pela força do voto popular, enquanto não houver condições para os despejar de outra forma, nas próximas eleições autárquicas.
REVOLTEM-SE, PORRA!

terça-feira, 20 de junho de 2017

OLHÃO: AFECTOS ESCORREGADIOS!

A menos de quatro meses das eleições, chegou a hora dos afectos e sorrisos que faltaram durante todo o mandato, mas atenção que há afectos e cumprimentos muito escorregadios.
Tão escorregadios quanto as rampas que existem em quase todos os passeios da cidade. Os mandantes, qual donos disto tudo, esqueceram-se que a pedra com que é feita a calçada é dura e que com o uso acaba por ficar polida, nalguns casos tão polida quanto escorregadia. Nada que não se possa resolver com soluções de baixo custo, tanto mais que algumas das rampas representam perigo para quem as utiliza, bastando para isso, um pouco de tinta anti-derrapante ou uma tela emborrachada. Mas para isso é preciso vontade política, o que tem andado arredado dos corredores da Câmara municipal de Olhão.
Na passada sexta-feira, o Pina procurando emitar o professor Martelo, já depois de ter recebido as más noticias da ministra do mar, deslocou-se ao snack-bar 31, onde distribuiu beijos, abraços e cumprimentos, como forma de controlar a azia provocada pelo discurso ministerial.
No seu afã, à saída, escorregou e espalhou-se ao comprido, não tendo sofrido qualquer problema físico, tal como tem acontecido com muitos utilizadores daquela rampa e que por isso, fizeram chegar à autarquia cartas denunciando o risco que representavam as rampas polidas.
E foi precisamente um dos cumprimentados pelo Pina e também reclamante que nos fez chegar a novidade.
Claro que o Pina, ao longo do mandato sempre se esteve borrifando para as pessoas, ao ponto de dizer em plena sessão de câmara que a partir da tomada de posse, era ele quem decidia como queria e entendia. Ou seja, para ele a democracia e as questões suscitadas pelas pessoas que pretendiam participar na vida da cidade, se esgotava no acto de votar.
Quando um problema cuja reparação tem custos irrisórios e se fazem ouvidos de mercador,  sofrendo na pele os dissabores dali resultantes, estamos perante um acto deliberado e negligente que pode afectar a vida das pessoas, não merecendo por isso o apoio da população e muito menos o seu voto.
Por essas e outras mais, está na hora de provocar uma mudança de políticas, votando contra o Pina.
REVOLTEM-SE, PORRA!

segunda-feira, 19 de junho de 2017

OLHÃO: OS DONOS DISTO TUDO!

Antes de ser vereador, Pina esteve a fazer serviço no IFADAP.

Nessa altura, em nome do falecido pai do Carlos Martins, foi comprada uma licença de um viveiro junto à fortaleza, à qual se viria a juntar mais uma área concedida a titulo de experiência piloto por um período de três anos, findo o qual não foi renovada.
Entretanto, em nome do falecido, foi apresentado uma candidatura para o financiamento das bancadas das ostras. É aí que entra em cena o Pina que validou a candidatura, aceitando os números apresentados. Só que o exagero era tão grande que o superior hierárquico do Pina, mandou refazer o projecto, dado que outras candidaturas apresentavam orçamentos muito mais baixos. Mas mesmo após a rectificação o exagero manteve-se, não tão grande já, mas ainda assim exagerados. Passou!
Não tendo sido renovada a licença da área cedida a titulo experimental, manteve-se contudo ocupada, de forma ilegal, mantendo-se assim até aos dias de hoje, com a ocupação a aumentar continuamente.
Por outro lado, de acordo com a Lei, compete ao IPIMAR proceder à classificação das zonas de produção, mas também a criar zonas de transposição sempre que haja uma desclassificação. Acontece que a área onde poderia ser criada a tal zona de transposição, um baldio produtivo onde era apanhada a ameijoa de semente, está ocupada ilegalmente.
A ocupação ilegal de terrenos teve inicio com a ocupação do Pina e Carlos Martins, que outros, face à ausência negligente de fiscalização, e sentindo-se no mesmo direito, entenderam também ocupar, de tal forma que a área total ocupada ilegalmente é já superior à área total concessionada.
Há três anos que a zona de produção Olhão 1 está desclassificada e desde Março ultimo que Olhão 3 seguiu o mesmo caminho, sem que o IPIMAR tenha criado as tais zonas de transposição, colidindo com o direito ao trabalho dos produtores abrangidos pela desclassificação, que se veem assim desprovidos de obter o sustento das suas famílias.
Entretanto o Pina tem-se desmultiplicado a enaltecer a luta pela reclassificação das zonas de produção, desclassificadas em Novembro de 2013, mas omite que temos duas zonas desclassificadas, e sobre este assunto, está calado que nem um rato, quando a soma das duas áreas é quase igual à soma das restantes três.
Obviamente que com a desclassificação de 2013, o viveiro do Pina e Carlos Martins também estavam desclassificados, o que não acontece agora e é a razão do seu silencio.
Temos assim duas entidades envolvidas cuja actuação negligente ou premeditada, ao proceder a uma desclassificação sem criar as alternativas, ou pela falta de fiscalização, induz por um lado ao abandono da actividade, até pelo aumento do grau de exigência que vem sendo aplicado, mas por outro promovendo uma nova classe, os donos da Ria Formosa!
Diga-se de passagem, que a degradação da qualidade ecológica das aguas da Ria Formosa deixa muito a desejar, fruto das descargas das ETAR e dos esgotos directos a que está associada a alta taxa de mortandade da ameijoa. É nesse contexto que se vem assistindo à substituição da produção de ameijoa pela ostra, uma espécie exótica, já manipulada geneticamente para resistir a certas formas de poluição. Só que, também neste aspecto assistimos a uma repetição do que se passou com a ameijoa, ao introduzir o agente patogénico que daqui a mais uns tempo levará à morte da ostra.
Costuma o Povo dizer que enquanto o pau vai e vem, folgam as costas, mas entretanto o Pina vai carregando de papel com uma ocupação ilegal.
REVOLTEM-SE, PORRA!


domingo, 18 de junho de 2017

OLHÃO: PINA, O CAGA-MILHÕES!

Na ultima edição do pasquim do Sporting Clube Olhanense, transformado em órgão oficioso da Câmara Municipal de Olhão, foi publicada uma extensa entrevista (8 paginas) ao Pina.
Para além de outras questões abordadas, vem o caga-milhões feito presidente, fazer alarde dos  milhões de investimentos a realizar após as eleições  de Outubro, como se a vitória, que lhe foge a cada dia que passa, fosse sua. Digam o que disserem mas a verdade é que o jornal de um clube que tem sócios de todas as cores partidárias, acaba por entrar na campanha pré-eleitoral, sem proporcionar a igualdade de tratamento às restantes candidaturas.
Na maioria dos casos, os investimentos anunciados pelo caga-milhões, cá do burgo, apenas um, e é preciso que vá por diante, terá retorno para a população. Estamos a falar da eliminação dos esgotos directos para a Ria, algo que o Pina, em Novembro de 2013, dizia ter quinhentos mil euros para fazer. A quantia agora apresentada de três milhões e meio, aquém de uma outra estimativa, não há muito apresentada de 4,5 milhões, pelo que nos ficam sérias duvidas quanto às reais intenções do Pina.
Todo o restante investimento não terá, em regra, qualquer retorno. No entanto é do conhecimento de todos nós o estado de degradação da rede de agua, com as constantes roturas e consequentes perdas que o munícipe tem de suportar na factura da agua. Para resolver o problema da rede de saneamento, o caga-milhões vai ter de esventrar um boa parte da cidade, mal se compreendendo que não aproveite a oportunidade para corrigir desde logo os problemas da rede de agua.
Bem sabemos que os investimentos anunciados visam, nesta fase, essencialmente as eleições autárquicas, procurando limpar a imagem de quatro anos do mais puro laxismo. Numa segunda fase aqueles investimentos, são para melhor servir os interesses instalados na actividade económica, particularmente na exploração do sector turístico, mas jamais pensados para servir a população.
E porque existem algumas ideias erradas em torno do turismo, devemos lembrar que Vila Real de Santo António e Portimão têm muito mais turismo que Olhão, mas também têm as mais elevadas taxas de beneficiários do RSI na região Algarvia, o que equivale a dizer que aquela actividade poucos benefícios traz para as populações, mas que serve os tais interesses económicos.
Pina ou caga-milhões tem de perceber que a cidade deve desenvolver-se por forma a satisfazer a população de Olhão de tal forma que quem nos viste se sinta atraído e deseje regressar, adoptando a cidade para sua residência. Ora isso só se consegue dando mais e melhor qualidade de vida a quem aqui vive, porque de outro modo estaremos a empurrar o Povo de Olhão para a emigração.
Olhão precisa de uma mudança urgente na sua forma de desenvolvimento, porque aquele que nos tem sido oferecido há anos, falhou.
Uma tal mudança só poderá ser conseguida com a derrota do Pina nas próximas eleições.
REVOLTEM-SE, PORRA!

sábado, 17 de junho de 2017

OLHÃO: NAUFRÁGIO DE BOATO!

Que os nossos eleitores não se deixem iludir pelo titulo, já que este naufrágio, representa apenas a primeira derrota das intenções políticas de António Pina, nada tendo a ver com um naufrágio real.
A verdade é que o Pina tem por habito dizer e desdizer, consoante as conveniências, aquelas que são as suas intenções, sem que as passe para o papel, o que obriga a um exercício mental para denunciar as suas habilidades de bastidores. E como se isso não bastasse, socorre-se ainda de uma cambada de loucos que o assessoreiam, para nas redes sociais, branquearem a sua acção.
Ontem, a Ministra do Mar, deslocou-se a Olhão, para assinar o contrato de concessão e exploração do Porto de Recreio, tendo declarado que o Porto de Abrigo da Pequena Pesca Artesanal é para se manter, tal como se pode ler em http://www.sulinformacao.pt/2017/06/porto-de-recreio-de-olhao-vai-tornar-se-referencia-no-pais-apos-investimento-de-33-milhoes/?fb_action_ids=10208625699511683&fb_action_types=og.comments.
Assim que o Pina se preparava para correr com os pescadores do Porto de Abrigo, nós denunciámos a situação, no que fomos acompanhados pela associação Almargem, ainda que por outras razões. E foi a denuncia prévia dos impactos negativos tanto para a pesca como ambientais, que levou  a ministra a decidir que o Porto de Abrigo se manteria, afundando ou "naufragando" as intenções do Pina. As declarações da ministra caíram tão mal para o medíocre presidente e para o seu protector, que perderam por completo os sorrisos habituais nestas manifestações publicas, como se pode ver nas imagens do artigo.
Não queremos deixar de tecer ainda assim algumas criticas ao projecto, porque embora a ministra faça referências às exigências ambientais, continuamos a ver esgotos directos a despejar para a Ria Formosa sem qualquer tratamento. Também constatamos que apesar de haver um parque de estacionamento para barcos, não se vê no entanto o espaço para estaleiro que permita a manutenção e pequenas reparações dos barcos. É isto a grande marina pela qual o Pina tanto inchava?
Por outro lado, nas palavras da ministra, ressalta estar a criar-se a Comissão Instaladora da Portos do Algarve, a nova empresa estatal que irá ficar com a jurisdição até aqui da Docapesca ou da Administração do Porto de Sines, na costa algarvia, como denunciámos em primeira mão.
Esta nova empresa contará nos seus mais altos quadros, um herdeiro natural, o filho do Apolinário. Até quando teremos de suportar este monta/desmonta dos tachos que se transmitem de geração em geração como se vivêssemos numa monarquia?
REVOLTEM-SE, PORRA!

sexta-feira, 16 de junho de 2017

OLHÃO: QUANTO MAIS NOS ROUBAM, MAIS DEVEM!

Nos últimos anos a Ambiolhão tem vindo a actualizar os tarifários da aguas e resíduos de forma ilegal pelo que dois cidadãos promoveram uma acção popular para a reposição da legalidade.
Para o corrente ano, e os nossos leitores poderão verificar isso na factura da agua,  há parcelas que estão isentas do IVA, mas entendeu a Ambiolhão, empresa municipal presidida pelo Pina, incluir aquele imposto nos respectivos tarifários, o que é um autêntico roubo!
Apesar dos contínuos roubos de que o Povo de Olhão é alvo por parte deste bando político-mafioso, a verdade é que segundo o relatório da Aguas de Portugal, Olhão aparece na lista dos municípios maiores devedores, situando-se a nível nacional, num "honroso" décimo terceiro lugar e a nível regional em segundo, apenas sendo ultrapassado por Vila Real de Santo António. É a "excelência" da gestão política do Pina!
Paralelamente, porque este aprendiz de malandro faz questão de enganar as pessoas com as obras da nova ETAR, vem a Comissão Europeia dizer que Portugal é um dos países com maior potencial para a reutilização das aguas residuais (6,1 milhões de metros cúbicos por ano), mas a percepção dos benefícios é baixa.
Acontece que há anos que levamos a propor a reutilização das aguas residuais para fins agrícolas, porque são ricas em nutrientes, pelo que a nova ETAR deveria ser construida junto das zonas de produção agrícola. Mais, alertámos em devido tempo, a afinação requerida para a reutilização das aguas para fins agrícolas é mais baixa, portanto com menores custos. Logo, e tendo em conta que se trata de um serviço essencial à população, qualquer redução de custos, deveria representar uma redução no tarifário no consumidor.
Deste modo, não só pagamos mais, fruto das ilegalidades cometidas pela empresa municipal, como somos também roubados na factura de saneamento, para além do impacto negativo causado pelas descargas das ETAR, por melhor que seja o seu tratamento.
São as descargas das ETAR que estão na origem dos, cada vez mais frequentes e maiores episódios de interdições da apanha de bivalves em todo o litoral português. As ETAR são autênticas fábricas de produção do fitoplâncton potencialmente toxigeno, que em determinadas condições ambientais, degenera em biotoxinas.
A cada interdição, são milhares de pessoas que estão impedidas de exercer a sua actividade e de obter o sustento das suas famílias. Sendo certo que a prevenção de riscos para a saúde publica deve prevalecer, entendemos que, havendo a possibilidade de evitar os riscos e inconvenientes das descargas das aguas residuais na Ria Formosa, ou na costa, mal se percebe a insistência das autoridades nacionais na continuação deste tipo de políticas, a não ser pela intenção de, aos poucos, levarem os pescadores a abandonar as suas actividades.
Já o dissemos e não temos qualquer problema em sermos repetitivos, participámos num evento promovido pela Aguas do Algarve, ARH, ERSAR e outras entidades, onde foi manifestado o "interesse" na reutilização das aguas para fins agrícolas, cujos inconvenientes se cingiam ao elevado custo do tratamento ( questão falsa) e à distância das ETAR em relação às zonas de produção.
Certo é que somos de facto roubados de toda a maneira e feitio, compelidos a abandonar as actividades tradicionais da Ria e ainda por cima vemos a divida do município a crescer!
Cabe ao Povo de Olhão reflectir se nas próximas eleições autárquicas devemos manter estes trastes à frente da autarquia ou se pelo contrário vamos correr com eles.
REVOLTEM-SE, PORRA!

quinta-feira, 15 de junho de 2017

OLHÃO: A CENTRAL DE NEGÓCIOS, ATACA NOVAMENTE?

Nos ultimos tempos, temos sido inundados com uma campanha de intoxicação da opinião publica, utilizando os dinheiros e os meios da autarquia para promover a campanha eleitoral do ainda presidente Pina. E de tal forma assim é que, na Avenida, foram colocados um conjunto de doze paineis da autoria da Arquivo Municipal sobre o tema do Projecto à Obra.
Dirão alguns que a iniciativa é do Arquivo que não da Câmara, como se aquela não dependesse desta. Mas mais, antes disso, tivemos uma sessão publica aberta sobre a arquitectura de Olhão onde não se podia discutir o problema da Zona Histórica. Ora, estes eventos não são mais do que tentar polir a imagem e marcas deixadas pela discussão do Plano de Pormenor da Zona Histórica.
Curiosamente a iniciativa do Projecto à Obra, dá a conhecer os projectos de alguns edifícios situados na Avenida, mas omite propositadamente o da chamada Recreativa Rica, que apresentamos na imagem acima.
Sabemos que a proprietária apresentou um projecto de intervenção no edifício, onde a unica alteração, se é que assim se pode chamar, a destoar daquilo que ora se vê, é o regresso à cor original do edifício, recuperando para já o torreão do lado esquerdo por estar devoluto, e só não recuperando  do lado esquerdo por ter inquilinos. A traça do edifício é para manter, segundo a proprietária.
É natural que a dona queira recuperar o dinheiro que vai gastar, instalando um restaurante onde até há pouco era o café "A Velha", e no edifico central e esplanada, destinar um espaço para a cultura e outro para um hostel. 
Apesar de se manter toda a traça original do edifício, a verdade é que o processo emperrou na Câmara, sendo utilizados toda a espécie de argumentos, sem qualquer substancia, mal se percebendo o chumbo por parte da autarquia. A não ser que...
A área ocupada pelo conjunto edificado é de tal forma grande e tão central que é susceptivel de alimentar o desejo e ganancia dos senhores do costume, para quem o betão é mais importante que a história e identidade de uma cidade, mesmo que isso implique a destruição de uma parte do nosso património. Só assim se compreende, que a autarquia, negue à proprietária a intervenção que pretende fazer, para dar algum pato-bravo a oportunidade de encher os bolsos.
Ver os cartazes do Projecto à Obra, mesmo junto ao edifício em causa, onde se procura preservar o património, omitindo este edifício, é em si um indicio de que a autarquia está mais uma vez a funcionar como uma central de negócios.
O Povo de Olhão precisa de pensar se deve manter esta gentinha à frente dos destinos da autarquia ou se pelo contrário, vai devolvê-los à procedência por incapacidade de gerir o que é de todos nós.
BASTA!
REVOLTEM-SE, PORRA! 

quarta-feira, 14 de junho de 2017

OLHÃO: VERDADES ESCONDIDAS, FALIDA?

Desde o inicio que temos vindo a denunciar a situação da suposta IPSS, Verdades Escondidas, dirigida por uma poderosa funcionária da autarquia, que tinha e tem o apoio da maioria do executivo do centrão, vá-se lá saber porquê?
A Segurança Social não deu provimento ao pedido de financiamento da Verdades Escondidas, pelo que esta está sem dinheiro para fazer face às suas despesas. Pergunta-se porque razão a Segurança social deixou de apoiar a instituição?
Sem querer dizer que tenha sido a prática recorrente na Verdades Escondidas, a verdade é que muitas IPSS, tinham por hábito, apresentar um numero de utentes muito superior ao que efectivamente tinham, uma expediente para extorquírem dinheiro da Segurança Social. E nesse aspecto, havia até instituições onde os mortos não eram abatidos para continuarem a receber os respectivos apoios. Bastaria uma simples fiscalização surpresa da SS para constatar o óbvio. 
Desde logo, nenhuma IPSS, ou algo parecido, conseguirá sobreviver sem o necessário apoio da SS. Mas atenção, que o dinheiro da SS, da câmara, ou dos fundos comunitários, são dinheiros públicos, o que equivale a dizer que são de todos nós. Assim, competiria a todas as entidades ligados ao processo, acompanhar e fiscalizar a aplicação do nosso dinheiro, sob pena de estarmos a dar a alguém um dinheiro que lhe não pertence por direito.
E face à situação criada, a câmara municipal, presidida por António Pina, mostra-se excessivamente preocupada com a possibilidade da Verdades Escondidas ter de fechar portas, procurando obter apoios políticos que lhe permitam conceder um subsidio e manter activa uma instituição que já nasceu torta, quando afinal o que a autarquia tina a fazer, era procurar saber as razões para a retirada de apoio por parte da SS, e se houvessem irregularidades graves, declinar também ela qualquer apoio.
Bem sabemos que o Pina é um apoiante dos "amarelos", promovendo as iniciativas privadas, tal como acontece com o Colégio Bernardete Romeira, rodeado de escolas publicas, não se justificando o apoio estatal. E se esse é apenas um exemplo, poderíamos citar outro que é sua bandeira, o Projecto Cuidar, através do qual as pessoas menos e mais carenciadas, podem aceder a consultas de oftalmologia, num serviço privado protocolado pela autarquia, quando esta deveria apoiar, disponibilizando as verbas necessárias, e exigir uma resposta adequada do SNS.
Não nos parece razoável, que a Câmara Municipal de Olhão, venha a conceder qualquer apoio a uma instituição que está claramente falida, por erros crassos de gestão, a não ser que algo mais nebuloso se esconda por detrás de tanta promiscuidade.
Culpar terceiros pela falência da Verdades Escondidas, que não da direcção da instituição, vai ser o discurso, habitual, do Pina.
Só há uma maneira de acabar com esta promiscuidade e falta de transparência que passa pela derrota eleitoral do Pina e seus muchachos, nas próximas eleições autárquicas. E isso, cabe ao Povo de Olhão decidir.
REVOLTEM-SE, PORRA!

terça-feira, 13 de junho de 2017

OLHÃO: FESTA NO BRASIL, FESTA EM OLHÃO

No passado fim-de- semana, o presidente da câmara, integrou a comitiva presidencial e do Costa que se deslocou ao Brasil para as comemorações do Dia das Comunidades. As imagens televisivas passadas do evento mostram o Pina e segundo secretário da Assembleia municipal, eleito pelo PSD, juntos ao Costa, não porque este ultimo se tivesse mudado de armas e bagagens para o partido dito socialista, mas mal se percebendo porque integrou a comitiva e quem o terá convidado.
De qualquer das formas, fica-nos uma imagem de promiscuidade entre representantes de partidos tão distintos, que nos deixam a pensar que negócios haverá por detrás.
Sabe-se que em 2008 foi proposto pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro a celebração de um protocolo de geminação com Olhão e que resultou de uma iniciativa da APOS que ali se deslocara no âmbito das comemorações dos 200 anos  da elevação de Olhão a Vila.
Sabemos também que em Novembro passado, a Câmara do Rio mandou um ultimato à Câmara de Olhão, questionando-a sobre o real interesse no processo de geminação, e que esta terá respondido de forma afirmativa. Apesar de já se terem passado seis meses, volta tudo à estaca zero.
Mas sabe-se ainda, que no próximo dia 16, Dia de Olhão, a ministra do mar, mais uma vez em socorro do Pina, se desloca a esta cidade, desconhecendo-se se vem inaugurar mais uma vez o Porto de Recreio, ou se para assinar o contrato de concessão da exploração do Porto de Recreio, com o consorcio ganhador, e no qual se integra o dito segunda secretário da Assembleia municipal.
E porque sabemos que, por mais negas que deem, a intenção é mesmo alargar o Porto de Recreio até ao Cais T, expulsando os pescadores da pequena pesca artesanal do Porto de Abrigo, é com naturalidade que a integração do deputado municipal na comitiva, tenha tido como objectivo, sensibilizar o Costa para as intenções, tendo em vista a criação do tal "segundo hotel de 5 estrelas" tão propagandeado pelo Pina, com o argumento falacioso do investimento privado.
O alargamento em vista, é um claro ataque à pequena pesca artesanal, que se verá assim relegada para o interior do Porto de Pesca que não tem o mínimo de condições para receber este tipo de embarcações;mas é também uma ataque a todos os olhanenses na medida em que nos vão entaipar a vista para a Ria com os mastros dos veleiros ali estacionados.
Desde logo, e mais uma vez chamamos a atenção para as possíveis consequências daquilo que nos propõem. Uma Marina tem de ter um conjunto de serviços que logicamente serão criados, mas também os Jardins serão afectados, sofrendo alterações que entram em conflito com as Zonas de Protecção e Especial de Protecção dos Mercados; por outro lado, os Mercados ficarão na zona central da Marina e qualquer pessoa compreenderá a sua importância para uma certa actividade económica que conflitua com a génese da criação dos Mercados e que é afinal o maior cartaz turístico da cidade.
Que a ganancia de certas pessoas, os seus interesses pessoais se sobreponham aos interesses de um população não espanta, mas que a promiscuidade de um Poder político que se diz com as pessoas, com determinados sectores da sociedade, é por demais evidente que, só a ignorância dessas pessoas, permite que se mantenham no exercício daquele Poder.
Olhão precisa de uma mudança profunda de políticas em que a prioridade seja efectivamente o bem estar social e não o enriquecimento de meia dúzia de gananciosos. Acautelem-se os olhanenses que aquilo que vamos ter em Outubro, poderá determinar a continuação ou a mudança de paradigma. Não basta dizer que vamos fazer política com as pessoas, mas fazê-lo.
FIM ÀS NEGOCIATAS COM O QUE É PUBLICO!
PELA QUEDA DO PINA!
REVOLTEM-SE PORRA!

segunda-feira, 12 de junho de 2017

OLHÃO: MENTIR NÃO CUSTA; É SÓ ABRIR E FECHAR A BOCA!

Há quatro anos atrás, Pina apresentava-se, da forma que se vê no vídeo, às eleições autárquicas, convindo agora comparar o que foi dito e o que ficou por dizer.
Logo ao iniciar a sua intervenção, vem apresentar a sua grande experiência baseada no que aprendeu enquanto esteve no Hospital de Faro. Simplesmente omitiu que foi indiciado por práticas pouco transparentes, o que o levou a ser inquirido pelas autoridades judiciais.
E dizia ele que a política autárquica até então, assentara na realização de obras, tendo chegado a vez de alterar a forma de fazer política. Curiosamente, é precisamente na realização de obras que aposta, para enganar mais uma vez as pessoas. Obras que algumas delas nem sequer são da sua autoria como a dragagem de barras, as rampas do porto de pesca, a praia dos Cavacos, a nova ETAR ou a da Variante. E isto porque daquelas que são da sua responsabilidade directa, algumas serão para esquecer ou duvidar: a estrada Alfandanga-Moncarapacho aguarda o visto do Tribunal de Contas; para Quelfes anunciara um investimento de 600.000 euros; na EB nº 5 a estimativa de custos aponta para dois milhões; no saneamento são 3.500.000 de euros e que teriam inicio neste mês; em passadeiras são 82.400 euros; o novo quartel dos bombeiros mais 1.000.000; a recuperação do Pavilhão Municipal mais 100.000; fora aquelas de que de momento não nos lembramos. Promessas e mais promessas. Quem, como ele dizia no discurso, não tinha dinheiro, onde foi o foi descobrir?
Mas atenção que ele próprio se contradiz. Está no site da câmara, sob o tema das comemorações do Dia do Pescador, que embora a Ambiolhão desse inicio às obras de saneamento no imediato, que o grande desafio do próximo mandato "vamos melhorar substancialmente as descargas ilegais na Ria Formosa"
E nesse aspecto não podemos deixar de dizer que finalmente a boca fugiu-lhe para verdade. Pela primeira vez o reconheceu, mesmo depois de dizer que o "caudalimetro da caca" dizia que haviam diminuído aquelas descargas.
Estabelecia naquela altura que a prioridade era cuidar do grande condomínio que era a cidade. Se atentarmos ao que disse e ao que fez, tendo chegado a dizer que por ele acabaria com todas as árvores porque só sujavam as ruas. A verdade é que a cidade continua porca e podre, com buracos por todo o lado, com problemas de mobilidade e muito mais, ou seja um condomínio muito mal gerido.
Prometia também dois novos campos de futebol que servissem a população, nomeadamente as zonas de Moncarapacho e Fuzeta; que fez? ZERO!
Prometia reduzir o esforço fiscal reduzindo o IMI, quando tem margem baixar muito mais e só não o faz porque não quer.
A Agência de Desenvolvimento, uma espécie de Bolsa de Ideia/Investimento nem chegou a conhecer a luz do dia; e por fim a célebre Marina, o novo hotel de cinco estrelas. Mas atente-se bem no que diz a este respeito; correr com os olhanenses para meter os iates de Albufeira ou de Vilamoura e pior ainda, mandar os barcos da pequena pesca artesanal para dentro do Porto de Pesca, como se tivesse condições para este tipo de embarcações. E porque vem a talhe de foice, o homem insurgia-se na altura contra as decisões de Lisboa, que quem estava no terreno é que sabia. Então agora o centralismo socialista lisboeta, serve-lhe às mil maravilhas, já que o impõe como candidato. Apenas contradições!
E chama a tudo isto "fazer política com as pessoas". O que seria se não falasse com as pessoas? E será que falou?
Olhão precisa de uma mudança profunda de políticas e de pessoas, de alguém que seja capaz de dialogar com as pessoas. Não é com um ditador, um prepotente, que se estabelece o dialogo.
REVOLTEM-SE, PORRA!

domingo, 11 de junho de 2017

OLHÃO: COAÇÃO E TRAIÇÃO!

Na passada sexta feira, à noite, reunião a Comissão Política da Concelhia de Olhão do falso partido socialista, que foi precedida de estratégia e coação, com vista a reduzir o espaço de manobra de quem se opôs à indigitação do Pina para cabeça de lista.
Com a demissão de Luciano de Jesus, ficou a presidir ao órgão, Esmeralda Ramires, também ela "apoiante" do Luciano e que sabia que três outros apoiantes estariam ausentes se marcasse a reunião para a sexta feira passada. Mas fê-lo e fê-lo de forma consciente, sabendo bem das implicações dessa decisão. É que o que iria ser proposto era a saída do órgão por parte de Saul de Jesus e da Telma, ficando desequilibrada a contagem de espingardas a favor do Pina.
E como se isso não bastasse, fizeram deslocar a Olhão, dois membros da troika que tomou conta do processo de indigitação, Fernando Anastácio e Luís Graça, como forma de intimidação e coação sobre os restante membros presentes.
Quem se mudou de armas e bagagens para o campo do inimigo, foram precisamente a Esmeralda e o marido Filipe Ramires e ainda o Custódio Moreno.
Ora o Custódio Moreno já disputou a presidência da concelhia com o Pina, alegando que a sede cheirava a mofo. Esqueceu-se o Moreno que na altura o Pina fez transferir um numero avultado de militantes para Olhão, para ter a certeza de que iria ganhar a concelhia. Mas mais, este traste, é o mesmo que deixou um buraco tremendo nas contas da Junta de Freguesia de Pechão, que ao que consta, foi o Pina a pagar com o dinheiro da Câmara.
Quanto à Esmeralda, dizem as más línguas, teria a promessa de um tacho numa empresa ou instituição do Estado, a nível regional.
Mas o que ressalta nisto tudo, é o facto das facadas que são dadas nas costas dos amigos e camaradas, uma autêntica traição. E como traidores que são, que esperar desta gente em relação ao Povo de Olhão? Sim, porque quem trai os seus, melhor trai os que nada lhe dizem. 
Olhão precisa de uma mudança urgente de pessoas e políticas. As prioridades definidas pelos executivos anteriores tem assentado apenas e só na actividade económica, sem que isso se traduza em qualquer beneficio para a população que se vê a contas com uma taxa de rendimento mínimo na ordem dos 42% da população activa e mais de metade do total a viver abaixo do limiar de pobreza.
As pessoas fazem a economia, mas a economia não faz pessoas, quando muito fará escravos e quanto a isso, todos aqueles que têm consciência da realidade do Povo do concelho têm a obrigação de derrubar um Poder cada vez mais refém dos grandes interesses económicos.
REVOLTEM-SE, PORRA!

quinta-feira, 8 de junho de 2017

OLHÃO: PINA TRANSFORMA CÂMARA EM CENTRAL DE ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA!

Para além dos conhecidos projectos que o dejecto em forma de pessoa feito presidente da câmara tem vindo a apresentar, existem situações em que predominam o tráfico de influências e apradinhamento de operações urbanísticas.
Ontem foi noticia o enchimento da Praia de Marim ou Cavacos, e logo o Pina se apressou a aprsentá-la como obra sua, quando afinal, ela é da Polis. É evidente que ele terá utilizado a sua "magistratura" de influência para que a intervenção se realizasse. Mas atenção ao que se esconde por detrás disso.
Segundo a criação das zonas de produção conquicola da responsabilidade do IPMA, aquela é designada de Olhão 1, como se pode ver em http://www.ipma.pt/resources.www/docs/publicacoes.site/imagensLimitesZPMBEstuarinoLagunares2017.pdf. Ora a zona Olhão 1 há três anos que está desclassificada, ou seja com a classificação de C, por contaminação microbiológica, como se pode ver em http://www.ipma.pt/export/sites/ipma/bin/docs/institucionais/desp.1851.2017_zonas.pdf.
Sendo assim, questiona-se como pode uma zona destas ser utilizada para uso balnear se o seu grau de contaminação é tão elevado? E questiona-se também como se gastam dinheiros públicos em operações deste tipo?
Naturalmente haverá uma explicação por parte do Pininha e não será difícil descortinar. Os nossos leitores sabem que muito recentemente, o Pina foi à Feira Internacional de Paris promover o que ainda não existe, projectos imobiliários. E se um desses projectos for naquela zona?
Vejam então em https://www.youtube.com/watch?v=PPPKYWnU0uA
É evidente que se a zona for dotada de uma praia, mesmo que ela não deva ser utilizada para fins balneares, mas que os potenciais compradores do projecto imobiliário desconhecem, ele será substancialmente valorizado, correndo-se de se vender gato por lebre.
E já agora aproveitar para dizer que naquela zona não há esgotos directos pelo que as causas da contaminação se devem a descargas de fossas e dos constantes colapsos da estação elevatória, mas isso é outra história.
Mas dá para perceber bem, que o Pina utiliza os dinheiros públicos e a sua influência para promover a especulação imobiliária, e não só.
É que na mesma noticia, ele dá conta que serão feitas dragagens na barra da Armona, não para permitir a navegabilidade, mas para a "entrada" de nutrientes para a Ria. Esqueceu-se de dizer que a zona beneficiada, é precisamente onde ele tem o viveiro de ostras, em terrenos ocupados ilegalmente e que é designada de Olhão 2, omitindo deliberadamente que a zona Olhão 3 desde Março que foi desclassificada para classe C.
A soma da área das duas zonas desclassificadas é maior do que a soma das restantes três, mas isso não preocupa o Pina. Os outros que se lixem ou então candidatem-se à câmara a ver se conseguem algum asilo no aparelho de estado.
Temos assim um presidente a utilizar dinheiro de todos nós para obras que apenas servem a ele e à trupe dele. Até quando?
REVOLTEM-SE PORRA!

quarta-feira, 7 de junho de 2017

OLHÃO: GUERRA SUJA DO CLÃ PINA!

Já havíamos preparado o texto que a seguir reproduzimos, mas ontem surgiram dados novos na guerra suja que o clã Pina prepara contra a candidatura independente do Luciano, pelo que acrescentaremos algo mais. Aqui fica o texto inicial:
          PINA PAI TENTA CONDICIONAR PROCESSO PARA FAVORECER O FILHO!!!!

Na última semana, as hostes socialistas entraram em pânico. De uma estratégia de desvalorizar o valor do Presidente de Junta Luciano Jesus (andavam sempre a dizer que tinham sondagens que garantiam que este não prestava para nada e que o aspirante a ditador era o Deus na Terra), optaram a estratégia desavergonhada de ameaçar e condicionar toda e qualquer aproximação de particulares, clubes, associações e partidos ao Luciano Jesus, após este ter batido com a porta nas trombas do pininha e do ps.
Soubemos que o papá andou a mover influências em Lisboa e em Faro no PSD e no CDS (!!!! sim no PSD e CDS) para que este não apoie o Luciano Jesus numa possível candidatura contra o filhote. Mas que benemérito, preocupado com o fracasso político das muletas do ps em Olhão.
E já repararam que agora até já criou uma conta no facebook e Messenger e por coincidência foi criada uma página de apoio à candidatura independente do Luciano Jesus criada por amigos do já conhecido ''cara ratada'' (aquele que dizia que as crianças de Olhão eram ranhosas e que ele defendia a linhagem das grandes famílias!!! Não tentem reescrever a história, porque nós aqui no Olhão Livre temos memória). Deve ser para apoiar o Luciano Jesus deve!!!!
Os Olhanenses devem estar atentos a todas estas movimentações e não permitirem que esta mediocridade continue a mandar em Olhão.
 
Entretanto soubemos que o Pina filho foi almoçar a Faro, no Madeirense,ontem com o ex-vereador e à época, desprezado, combatido mesmo, de seu nome João Pereira, a quem chegaram mesmo a dizer que gente desse tipo estava a mais na política.
Pois em, o que junta estas duas figuras? A guerra suja!
Na verdade o Pina o que pretende é obter informação ou documentação que lhe permita a ele e à sua corte de acólitos, trazer para a praça publica, questões da vida pessoal, privada ou profissional que possam denegrir a imagem do candidato independente. Isto é inadmissível em política, mas possível dado que a Federação socialista é completamente dominada pelo clã Pina, Apolinário, Anastácio, Luís Graça e claro o Eusébio e permita a estes escroques da política cometerem todos os desmandos possíveis e imaginários contra a democracia.
Contra a sujeira política
REVOLTEM-SE, PORRA!

terça-feira, 6 de junho de 2017

OLHÃO: A CÂMARA MUNICIPAL VIROU IMOBILIÁRIA?

Chegou ao nosso conhecimento uma notificação enviada pelo serviço de obras da câmara municipal, em que se pede ao proprietário de uma moradia degrada para proceder a obras de manutenção e conservação.
Estaríamos de acordo se este tipo de notificações chegasse a todas as situações conhecidas dentro das malhas urbanas, ameaçando a segurança das pessoas e dando uma imagem do edificado, particularmente daquele que se situa dentro dos limites, curtos, da Zona Histórica.
Acontece que neste caso, o edificado se situa no meio de um terreno com mais de vinte e cinco mil metros quadrados, não representando qualquer perigo. Aliás, o terreno em causa até estava vedado mas tem sido vandalizado com o roubo dos tubos de suporte das redes que o protegiam, situação já comunicada à entidade policial. O terreno situa-se em Quatrim Norte, não integrando a malha urbana, mal se percebendo o porquê da missiva, a não ser que...
O proprietário habita noutra casa, e vê-se assim constrangido a fazer obras, gastando dinheiro de forma desnecessária, já que não pensa utilizar aquela habitação.
Não representando qualquer perigo e tendo em conta a sua localização e a dificuldade do proprietário em arranjar o dinheiro para efectuar a intervenção imposta, a notificação surge como uma forma de  o obrigar a vender o terreno, coisa que não estava no seu pensamento, já que tem filhos que após o seu falecimento dessem o destino que melhor entendessem..
E temos conhecimento de pelo menos um interessado, desconhecendo-se as suas relações com quem manda efectuar a notificação, se é que essa relação existe.
Não pode a autarquia ou quem quer que seja prestar-se a uma situação semelhante, ficando a sensação de que a câmara virou ou está para virar agência imobiliária.
A verdade é que a câmara foi à feira internacional do imobiliário promover o que não existe, fazendo-se acompanhar de duas agências e de um promotor, intervindo assim em beneficio de uma actividade económica, mas esquecendo todas as outras, particularmente aquelas que são a razão da existência de Olhão.
E se não bastassem estes casos, assistimos ao presidente da câmara a anunciar a construção de mais dois hotéis, um na Horta da câmara e um outro no Parque de Campismo da Fuzeta, para o que terá de alienar os respectivos terrenos.
Será que a câmara de Olhão vai mudar de ramo?
ABAIXO O PINA E O PS!

segunda-feira, 5 de junho de 2017

OLHÃO: ANARQUIA COM O REGULAMENTO DE OCUPAÇÃO DOS ESPAÇOS PÚBLICOS!

Foi neste mandato que foi aprovado o Regulamento de Ocupação dos Espaços Públicos, que definia as regras de ocupação mas também das taxas a cobrar pelo município. Cedo se percebeu que o Pina não tinha intenções de o fazer cumprir, apesar de o ter proposto e aprovado, contando para isso com a cumplicidade de sempre do PSD.
Apercebendo-se que a aplicação do Regulamento poderia ter custos na sua popularidade, desde logo o Pina tentou descartar-se da sua aplicação, propondo às Juntas que o fizessem a troco de uma percentagem. E se houve quem caísse também houve quem não o quisesse, como foi o caso da Junta de Olhão, pelo que a sua aplicação é da inteira responsabilidade da câmara, presidida claro está pelo Pina.
E como o Pina se recusa a aplicar, temos um concelho a trabalhar a dois tempos, nuns lugares aplicando o bendito Regulamento e noutros não.
Chegada a época estival assistimos à proliferação de esplanadas, umas cumprindo e outras não, numa clara desigualdade, com a administração local, a perseguir alguns comerciantes que não são da sua simpatia e omitindo a violação do Regulamento aos amigos e camaradas.
É assim que para além de certas esplanadas invadirem o espaço reservado aos peões, não pagam as respectivas taxas, gerando uma concorrência desleal entre estabelecimentos do mesmo ramo, onerando os cumpridores, mas também criando uma desigualdade de tratamento da administração para com os seus munícipes, violando um principio constitucional e administrativo.
Na denuncia de alguns supostos atropelos, tem vindo a destacar-se o vereador substituto do PSD, que sem fazer a mais pequena alusão ao Regulamento aprovado e apoiado pelos vereadores a quem já substituiu e omitindo que esses eleitos não se pronunciam sobre tal matéria, exigindo o cumprimento dele. Ou será que o Regulamento é tão descartavel quanto o papel higienico ao qual se limpa o às de copas?
O Regulamento até pode estar imperfeito mas é o que existe, restando àqueles que o contestam, pedir a sua revisão, sendo certo que a comerciantes e peões assiste todo o direito a manifestarem-se desagradados com a situação criada pela anarquia criada com a omissão da câmara e do Pina.
Quanto ao Regulamento devemos ainda dizer que sendo um documento com eficácia externa, teve de ser submetido a uma "discussão (pouco) pública" ainda que anunciada no site da autarquia como se alguém fosse consultar aquela bodega que ao fim de semana até entra de férias. Os nossos eleitos locais comportam-se como se fossem os detentores da verdade e da razão, não desejando a participação das pessoas em matérias que lhes dizem directamente respeito, como é o caso deste Regulamento. Outro que fosse o presidente da autarquia, promovia a criação de comissões de utilizadores do espaço público e de comerciantes, sentava-os à mesa para, na defesa dos seus direitos, se pronunciarem e procurarem consensos. Infelizmente temos uma autarquia de costas voltadas para a maioria da população.
Por tudo isso, Olhão carece de uma mudança de actores, e mais do que isso, de políticas, esgotado que está o tempo do partido dito socialista e do Pina. E essa mudança está ao alcance do Povo de Olhão no próximo mês de Outubro, aquando das eleições autárquicas.
ABAIXO O PS E O PINA!

domingo, 4 de junho de 2017

OLHÃO: SIMPLESMENTE CAGÕES!

A 18 de Maio o administrador e autor do Olhão Livre compareceu no Tribunal de Olhão para o julgamento de um processo crime por duas acusações de difamação agravada, pelo que o "queixoso", para além da sua condenação, pedia um pedido de desculpas publico no blogue em causa, o que foi rejeitado. Foi então, celebrado um entendimento que passou pela retirada da queixa crime e deixou de ser exigência o tal pedido de desculpas.
A acusação de difamação agravada encontrava suporte na utilização de nomes como pirolito e cagão, o que atentava contra a honra e o bom nome do "queixoso". Ora como se pode ver em https://www.priberam.pt/dlpo/pirolito, pirolito é um homem pequeno e o queixoso é mesmo pequeno; na mesma linha, cagão é um individuo muito vaidoso como se pode ver em https://www.priberam.pt/dlpo/cag%C3%A3o, e o queixoso é simplesmente muito vaidoso. Temos assim que o Eduardo Cruz sendo um homem pequeno e muito vaidoso, é simplesmente um autêntico pirolito cagão.
Este, fazia parte de um conjunto de processos judiciais de idêntico teor, promovidos a partir do Largo Sebastião Martins Mestre, todos com o objectivo final de silenciar o blogue, naquilo que é a imagem a imagem de marca do antidemocrático e censor Pina. 
E se a via judicial não resultou, outros processos serão, se é que já não foram tentados. A verdade é que já destruíram três computadores ao autor/administrador, o que tem levado à irregularidade nas publicações. Bem podem tirar o cavalo da chuva, porque jamais nos conseguirão calar!
Mas três dias antes do julgamento, o "queixoso" Eduardo Cruz de seu nome, dava à estampa nas paginas do jornaleco do Sporting Clube Olhanense, uma das suas prosas, sob o titulo A Polis e Intervenção Cívica em Olhão, que de forma sub-repticia nos tenta visar ou não fossemos nós, o único blogue que se pronuncia sobre os temas sobre os quais disserta.
E a sua dissertação visa dois processos de obras, que têm em comum o mesmo construtor, ao qual nos tenta colar de forma desastrada. E que fique ciente de que se víssemos motivos para isso não deixaríamos de intervir, porque não estamos à venda.
Acontece que uma das obras, a do antigo Colégio da Bernadete, fica mesmo em frente da sua casa e talvez lhe tape a vista, mas a verdade é que entalado entre dois edifícios com cércea superior, o proprietário não fez do que proceder ao alinhamento da cércea. E tanto quanto julgamos saber, a câmara de cujo executivo faz parte e tem sido cúmplice, levou tanto tempo a pronunciar-se que daria ao proprietário o direito de invocar a autorização por deferimento tácito, se é que ele sabe do que se trata.
A outra construção diz respeito ao antigo cinema, onde vão construir um espaço comercial de media/grande dimensão.
A este respeito devemos dizer ao pirolito-cagão, que recebemos dois recados de um seu correlegionario e conselheiro e um outro de dois construtores afectos ao PS que no seu entendimento achavam que nos devíamos pronunciar sobre o assunto.
Todos, desde o vereador aos restantes "denunciantes", por força das suas funções profissionais, empresariais e políticas, sabem que o Regime Jurídico da Urbanização e Edificação determina o dever de, a quem tiver conhecimento da prática de irregularidades ou ilegalidades desta natureza, de as denunciar junto do Ministério Publico.
Sendo assim, todos eles que reclamavam para nós o trabalho sujo, porque não o fizeram eles e tentam que sejam terceiros a fazer aquilo que têm vontade mas não têm "tomates" para o fazer?
Nem todos o serão, mas alguns deles serão SIMPLESMENTE CAGÕES!




sábado, 3 de junho de 2017

OLHÃO: PINA EM CAMPANHA ELEITORAL, COM A CACA|

Na semana que agora finda, Pina, sempre ele, promoveu mais um dia do pescador, desta vez em tom eleitoralista, procurando conquistar votos onde os deve perder.
Naquela comemoração, Pina anunciou ter na Câmara 3.500.000 de euros, a transferir para a Ambiolhão, para acabar com os esgotos directos para a Ria Formosa, sem que tivesse submetido o assunto a sessão de câmara ou à Assembleia Municipal.
Sendo verdade que todos o desejam expectável que todos se pronunciem favoravelmente, muitas duvidas se levantam em torno desta questão, já que em sessão de câmara, não há muito tempo, Pina pronunciou-se pela necessidade de privatizar, se não todo pelo menos parte do capital social, da Ambiolhão.
Noutros casos, como em Faro a titulo de exemplo, foi concebida uma engenharia financeira em que o investidor estará sempre seguro, porque quer a empresa dê lucro ou prejuízo, receberá sempre o seu quinhão. No fundo um contrato leonino! A acontecer, isso significa que o erário publico será afectado, e esse erário é constituído pelo pagamento de taxas e impostos sacados aos munícipes, os otários do costume.
Mas admitindo que o Pina tenha outro tipo de solução, ou que venha a receber alguma fatia do bolo nacional, fica-nos sempre a sensação das mentiras que já duram há alguns anos, e que nós não esquecemos, Em Novembro de 2013 afirmava ter 500.000 euros para o mesmo fim e passados três anos e meio continua tudo na mesma como se vê no vídeo, cujo endereço nos foi mandado por um leitor. Depois desse episódio, o Pina refugiou-se na inexistência de um caudalimetro de caca para contestar as afirmações de quem dizia estar tudo na mesma.
O algodão não engana| E o vídeo também não!
Perante isto, somos obrigados a concluir que o desespero do Pina o leva a prometer mais uma vez, aquilo que está muito longe de desejar cumprir, ou seja acabar mesmo com os esgotos directos para a Ria.
A poluição provocada pelas descargas directas na Ria teve como consequência a desclassificação de duas zonas de produção de bivalves que representam metade da área disponível nesta parte da Ria, em Março deste ano, assunto sobre o qual ainda não se pronunciou, porque enquanto afectar os viveiros dos outros que não o dele, em terrenos ocupados ilegalmente, tudo estará bem. Entretanto muitos são os que não podem governar a vida fruto dessa desclassificação.
Olhão precisa de uma mudança profunda de pessoas e políticas que salvem o tecido económico e social, até porque o numero de pessoas a viver abaixo do limiar de pobreza atinge já os 50%. A fome e a miséria envergonhada estão presentes em todo o lado, e os eleitos locais que sempre se disseram defender os interesses da população em geral, não fizeram mais do que mentir despudoradamente.
POR UMA MUDANÇA EFECTIVA!
ABAIXO O PINA!


sexta-feira, 2 de junho de 2017

OLHÃO: SEM LARANJAS NÃO HÁ LARANJINA C

A Laranjina C é uma antiga marca comercial de sumo de laranja, embalada numa garrafa gordinha, bojuda ou anafada, entretanto desaparecida do mercado, apesar do aumento da produção de laranja.
Mas não é do antigo sumo que queremos escrever, mas de uma laranja agra que parece estar em vias de extinção, o PSD. Será?
Depois de uma sondagem, encomendada sabe-se lá por quem, para se apurar qual o melhor candidato daquele partido para as eleições autárquicas que se vão realizar nos primeiros dias de Outubro, tendo a concelhia local daquele partido, indicado o seu presidente Daniel Santana.
Daniel Santana que se apresenta como um líder fraco e que nunca foi capaz de fazer oposição aos socialistas acoitados na câmara municipal há mais de quarenta anos, mostrou na pr4esidência da Assembleia Municipal quanto vale, permitindo que o bandido em presidente de câmara, maltratasse deputados municipais e publico que se apresentasse a contestar qualquer decisão sua.
Nas ultimas eleições e já fruto da cumplicidade estabelecida entre laranjas e rosas, a distrital laranja avocara o processo de indigitação do candidato, $Eduardo Cruz de má memória. Passados quatro anos, novamente a distrital, desta vez por David Santos, avoca o processo eleitoral, passando mesmo um atestado de incompetência ao presidente da concelhia laranja, dizendo que o mesmo não teria perfil, criando um impasse que se mantém sem que seja conhecido o cabeça de e o resto da lista.
Tirar de um para pôr no outro, e escolher o mais incompetente, se o Daniel ou o David, que não foi capaz de, dois meses depois, de ter qualquer plano B.
Sabe-se é que o David andou a convidar gregos e troianos e todos lhe deram com os pés. Falta apenas colocar um anuncio num jornal, ou no site da autarquia rosa, talvez a maneira de arranjar um candidato.
Mas não se ficam por aqui os problemas da laranja, que parecem estar escassas. Anunciada uma imposta coligação a partir do Largo do Caldas, em Lisboa, sabe-se que em Olhão essa coligação não existe, já que a concelhia centrista demitiu-se em bloco por discordar dos procedimentos.
Se houvesse um mínimo de dignidade na concelhia laranja, também eles entregariam as chaves da loja na Avenida Sá Carneira e mandavam tudo e todos às urtigas. Acontece porém, que naquelas bandas, predominam os conflitos de interesses, sobrepondo-se os interesses pessoais, profissionais ou empresariais aos interesses do colectivo, o Povo de Olhão. Uma feira de vaidades, que no entanto lhes dá acesso a informação privilegiada, um elemento precioso para as negociatas urbanísticas.
Mas ainda bem que os partidos de Olhão estão em crise profunda o que vai permitir um maior equilíbrio de forças dentro dos órgãos autárquicos, obrigando à discussão de tudo, à audição das pessoas e a cedências para tornar governável a câmara. Há males que vêm por bem!
No actual mandato, os arautos, ou a Voz, da mudança limitaram-se a dar continuidade às políticas de sempre. Tivessem feito oposição, tivessem ouvido e defendido as pessoas, e hoje o Poder caia-lhes no colo. Previlegiaram as negociatas, ou deram-lhes cobertura e muito provavelmente vão pagar um preço muito elevado pela sua candidato, recuando muito nas intenções de voto.
Parece pois que, a David Santos, responsável pela crise de candidatos ao município, e à concelhia laranja de Olhão, não resta outro caminho que não seja o de colocarem os seus lugares à disposição, demitindo-se!
No fundo, estamos perante uma concelhia de interesseiros, não se vendo em nenhum deles um laranja autêntico! E...
SEM LARANJAS NÃO HÁ LARANJINA C!
ABAIXO O PSD!